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Ovniologia - O Que é? Guia Completo

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Mensagem por † Lobo † em Qui 31 Jan 2013 - 23:53

A ovnilogia não é uma ciência como a maioria dos investigadores quer fazer passar, mas também não pertence ao reino do oculto nem é uma área da parapsicologia como alguns cientistas querem fazer parecer. A ovnilogia é antes um ramo do conhecimento que deve conjugar os conhecimentos e metodologias das diversas ciências, quer das “exactas” como a astronomia, a biologia, a química, quer das “sociais” como a psicologia, a antropologia e a sociologia. É deste modo uma actividade multidisciplinar que tem por objectivo investigar a verdadeira origem (ou origens) do fenómeno denominado de OVNI -Objecto Voador Não Identificado.







O papel da ovnilogia não é como normalmente se pensa, a investigação da possibilidade de existirem vida noutros planetas, essa é antes a função da exobiologia; a função da ovnilogia é antes demonstrar ou não, se os OVNIS são de facto a manifestação física da presença de seres extraterrestres no nosso planeta. Por outras palavras, se os OVNIS são aparelhos voadores artificiais construídos por inteligências não humanas e que interagem com os humanos. Todavia a verdadeira ovnilogia não pode partir de preconceitos, não pode afirmar que os OVNIS são extraterrestres à priori, ela deve antes analisar objectivamente os dados recolhidos e só depois avançar com uma explicação para a origem/natureza. Isto é, um investigador sério apesar de poder acreditar que o fenómeno OVNI tem uma origem inteligente não humana tem de estar disposto de no final das suas investigações, se essas forem as evidências, afirmar que o fenómeno OVNI tem uma origem mais prosaica, como por exemplo: serem fenómenos naturais mal interpretados ou serem protótipos secretos de outros países.






Quando nasceu a Ovnilogia?






Apesar de parecerem haver evidências da presença de OVNIS no passado da humanidade, a denominada “Era Moderna” começou a 24 de Junho de 1947 quando o piloto Kenneth Arnold viu uma formação de nove objectos em forma de boomerang, voando a velocidades extremamente rápidas e de impossibilidade técnica para a época enquanto procurava os destroços de um avião caído nas Montanhas Cascade, no Estado de Washington nos Estados Unidos.






As suas declarações para os meios de comunicação fizeram nascer o termo “Disco Voador”, que descrevia não o formato dos objectos avistados, mas sim o modo de como voavam, “como quando se atira um disco voador de brincar na praia sobre o mar”. Após esta notícia, surgiram centenas de relatos de estranhos objectos voadores por todos os Estados Unidos, sendo que um dos mais famosos é o do caso Roswell, onde a Força Aérea admitiu por algum tempo que tinha na sua posse um disco voador caído, que logo se transformou num balão meteorológico. Controvérsia que ainda divide os ovnilogistas entre aqueles que crêem que um ou dois ovnis caíram no estado do Novo México e os minoritários que aceitam a actual explicação da Força Aérea de que foi um projecto ultra-secreto na altura, o “Projecto Mogul”, que tinha por intuito verificar explosões nucleares na União Soviética.






A 30 de Dezembro de 1947 a força aérea americana é forçada pelo número de relatos de testemunhas credíveis, a criar um painel de investigação de que denominou “Projecto Sign”, que em Agosto de 1948 chegou à conclusão de que os OVNIS poderiam ter uma origem extraterrestre. Conclusão que não agradou à chefia, sendo que o General Hoyt S. Vandenburg, mandou rever a conclusão e destruir todas as cópias do relatório. Em 1949 é criado o “Projecto Grudge (rancor)” que depois se transformou no famoso “Projecto Blue Book” que durou até 1969. Sendo oficialmente a data em que o governo norte-americano deixou de investigar o fenómeno OVNI.






O que significa “OVNI”?






A sigla “OVNI” à letra significa “Objecto Voador Não Identificado”, mas não pode para a ovnilogia significar todo e qualquer objecto voador não identificado. Isto é, um lápis atirado ao ar e não identificado por uma outra pessoa não releva para a classificação como OVNI. Apesar de poder ser um ponto de partida para uma investigação; quando em ovnilogia se usa essa expressão significa já a exclusão de uma origem prosaica. Ou seja, a expressão é usada num sentido mais restrito que coincide com a definição de um aparelho artificial possivelmente de origem inteligente não humana.






A Classificação dos Casos:






Desde cedo tornou-se evidente de que a ovnilogia para se afirmar como uma investigação credível do fenómeno OVNI tinha que adoptar uma classificação para os casos. Ou seja, tipificá-los consoante as suas características para facilitar a investigação dos mesmos. A escala mais frequentemente usada é a de Hynek, criada pelo cientista J. Allen Hynek que trabalhou no “Projecto Blue Book” desmistificando o fenómeno, mas admitindo anos mais tarde a realidade do fenómeno e a falta de seriedade na investigação desse projecto por parte da força aérea. Criou o “CUFOS –Center for UFO Studies” e é hoje considerado como um dos maiores ovnilogistas do mundo. Hynek faleceu em 1986.






A escala por ele criada consiste na divisão em:






Observações nocturnas: Observações de OVNIS a mais de 200 metros de noite.


Observações diurnas: Observações de OVNIS a mais de 200 metros de dia.






Encontro Imediato de 1º Grau: Visualização de um objecto, sem que exista interferência no meio ou testemunha. O objecto parado ou em movimento, deve estar dentro de um raio de 200 metros.






Encontro Imediato de 2º Grau: Avistamento do objecto com consequências físicas sobre o ambiente ou sobre a testemunha (ex: queimaduras, “ninhos do disco”).






Encontro Imediato de 3ª Grau: Observação das entidades que tripulam o objecto.






Encontro Imediato de 4ª Grau: Interacção com as entidades que tripulam o objecto.






Abdução: “ Sujeito que é levado contra a sua vontade, do seu ambiente terrestre por seres não humanos. Os seres têm de levar o sujeito para um espaço fechado, de aparência não terrestre, que o indivíduo assume ou sabe ser uma nave espacial. Neste local, o sujeito tem de ser submetido a uma examinação e/ou a uma comunicação (verbal ou telepática) com as entidades. Estas experiências podem ser lembradas conscientemente ou por intermédio de métodos de concentração focada (por exemplo hipnose)”.






Evidências






A problemática que mais se coloca na ovnilogia é a ausência de provas. Ou melhor, de provas científicas como um pedaço de metal ou um instrumento oriundo dos OVNIS. Mas a falta de uma prova que satisfaça a comunidade científica que de resto, não investiga o fenómeno OVNI e daí parte do problema, não é sinónimo de falta de evidências da realidade do fenómeno. Do lado da realidade do fenómeno temos as seguintes evidencias;






Testemunhos de milhares de testemunhas credíveis; relatos de pilotos quer comerciais quer militares, relatos de operadores de radar, relatos de elementos de todos os ramos do exército, de astronautas, de cientistas. Relatos que pelas qualidades intelectuais e profissionais das testemunhas diminuem em muito a possibilidade de confusão com uma natureza natural.






Provas documentais; milhares de vídeos e de fotografias verdadeiras que após a examinação por parte de institutos como o JPL (Jet Propulsion Laboratory) da Califórnia, demonstram objectos artificiais com morfologia e características de voo totalmente diferentes do conhecimento aerodinâmico actual. Temos inúmeras gravações de radar que demonstram a presença de objectos voadores com velocidades incríveis e mesmo impossíveis de se atingir com a tecnologia actual. Temos ainda, relatórios de entidades civis e governamentais que atestam a veracidade do fenómeno, ex.: Relatório Cometa em França.






Provas materiais; os denominados “ninhos do disco”, marcas no solo que demonstram a presença de um objecto de várias toneladas, por vezes sinais de grande calor que queimou por completo o solo, por vezes evidências de distúrbios electromagnéticos ou radioactivos. Pedaços de possíveis OVNIS que quando analisados demonstram características anómalas, ex.: queda do OVNI na praia de Ubatuba no Litoral Paulista no Brasil e na Quota 611, na Rússia. Temos também marcas nas testemunhas e efeitos secundários nocivos para a saúde.






Todas estas evidências que demonstram a realidade do fenómeno e a necessidade uma investigação série e credível por parte da ciência.






Junho de 2005






*Licenciado em Direito, pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa
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Fonte: portugalparanormal.com
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