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Há vampiros e vampiros...

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default Há vampiros e vampiros...

Mensagem por † Lobo † em Qui 7 Fev 2013 - 17:14


Caros Todos,

Estava ali ao lado a ler este tópico sobre os vampiros: http://sobrenaturalbr.forumeiros.com/t1286-tipos-de-vampiros#1641

Noto que há muita gente que se interessa pelo tema, só que esta é uma área em que há muitos alhos no meio dos bugalhos

Vamos por partes:

- Uma coisa são os "vampiros" ou outras criaturas do género que estão presentes nas mitologias e folclore de diversos povos.

- Outra coisa é o conceito de vampiro que, aqui no Ocidente, herdámos do Romantismo. Esta é uma figura literária, cheia de carisma e encanto que ainda hoje continua a apaixonar as pessoas. Quando se fala em vampiros é normalmente nesta versão que se pensa.

- Outra coisa são os doentes de porfíria que sofrem o aparecimento de sintomas tradicionalmente relacionados com os das figuras do folclore e da ficção.

- Por fim, chegamos aos vampiros reais que nada mais são do que pessoas com desequilíbrio energético crónico.

Vou falar um pouco sobre estes últimos...

O que é ser um vampiro

Um vampiro tem uma reduzida capacidade de manter estáveis os seus níveis de Ki (Prana, energia vital) e para remediar as suas baixas súbitas recorre ao Ki alheio. Todas as pessoas têm os seus momentos de baixas energéticas e sugam a energia de quem se põe a jeito - isto é inconsciente e perfeitamente normal - mas no caso de um vampiro é uma situação frequente e debilitante.

O plexo solar (creio que já toda a gente ouviu falar do sistema de chakras) é o ponto pelo qual estabelecemos melhor a nossa ligação com quem nos rodeia. Quando duas pessoas se aproximam o suficiente (a cerca de 2 ou 4 metros do corpo físico), os seus plexos solares unem-se por um espécie de "pontes energéticas" e passa a haver intercâmbio de energia vital. Nestas ocasiões, é frequente que a pessoa cujos níveis energéticos estão mais baixos absorva energia da outra. Ora, um vampiro acaba por estar constantemente a fazer isto, causando fadiga (e por vezes até doenças) às pessoas que lhe estão mais próximas. Se o vampiro estiver isolado e não puder obter a sua energia extra, torna-se fraco, doente, depressivo e por vezes até paranóico.

Razões para se ser um vampiro

Geralmente as pessoas tornam-se vampiras por determinados enquadramentos psicológicos. São pessoas com desequilíbrios emocionais, conflitos mal resolvidos e/ou que tenham sofrido traumas dos quais não se conseguem libertar. A postura mental negativa e auto-destrutiva consome muito mais recursos energéticos do que a postura mental saudável, pelo que as pessoas cronicamente afectadas por problemas desta natureza se sentem insaciáveis e vivem na procura de algo que lhes preencha o vazio.

A questão do sangue

Como é sabido, o sangue é considerado o "fluido vital" não apenas na medicina mas também na mitologia e na tradição esotérica. De facto, se nos faltar sangue morremos! E, naturalmente, daí surgiu toda a sua simbologia. Além deste óbvio (e aquilo que é pertinente agora para o caso) é que o sangue fresco retém Ki. Se um vampiro beber sangue fresco consegue, de facto, melhorar os seus níveis de energia - mas é evidente que isso não é a única solução! Normalmente não o fazem porque o acto de vampirizar a energia alheia é relativamente fácil e inconsciente na maioria dos casos. Um vampiro comum suga a energia através do plexo solar e segue a sua vida, mais saciado, sem saber sequer o que aconteceu - como dito acima, todos nós somos vampiros ocasionais e aposto que a maioria das pessoas ainda nem tinha reparado nisso . Em todo o caso, por aqui já se percebe o fundamento de muitas lendas e rituais sangrentos...

Tratamento e cura

O acto de vampirizar é instintivo mas resulta num tratamento apenas sintomático, ou seja, só resolve o mau-estar imediato (os sintomas) mas não resolve o problema. Para alguém se tratar, o primeiro passo é tomar consciência da sua condição. Depois passa por tratamentos energéticos (Reiki, acumpunctura, etc.) e, de preferência, por aprender por si mesmo técnicas de manipulação energética. O já mencionado Reiki é uma das melhores ferramentas, porque é muito fácil e permite ao paciente repôr os seus níveis de energia sempre que precisa e sem ter de recorrer a ajuda de outra pessoa. Por fim, a cura obtém-se através da prática continuada que acaba por levar à elevação espiritual e à resolução dos desequilíbrios emocionais/psicológicos que deram origem ao problema.
Bom Medo ExtremoHá vampiros e vampiros... Novas10
Fonte: portugalparanormal.com
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