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Ovni em Setúbal -2002

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Mensagem por † Lobo † em Sex 5 Abr 2013 - 2:54

Eram cerca das duas da manhã, numa madrugada do mês de Julho de 2002, quando Carlos e Pedro Coelho, pai e filho respectivamente, decidiram deslocar-se a uma fortaleza do séc. XIV, situada na localidade de Outão, concelho de Setúbal, para uma pescaria noturna. O local é frequentemente frequentado por pescadores que se refugiam naquela zona sossegada, aproveitando para descontrair e relaxar, enquanto observam a magnífica foz do rio Sado, onde se tiverem sorte, podem ainda observar golfinhos. Nesta noite, porém, a pequena praia encontrava-se deserta. Pai e filho prepararam as suas canas de pesca para um momento de lazer e sentaram-se perto do mar a conversar. Por volta das 01h45, ambos observaram dentro do mar, a cerca de 15 metros da costa, uma pequena luz. A luz teria a forma de um prato, com cerca de dois palmos de diâmetro e muito perto da superfície. De acordo com o que conseguiram constatar, a luz parecia ser uma massa luminosa, de cor verde fluorescente, uniforme e com um foco de luz que apenas iluminava num sentido ascendente, em direcção à superfície.

Subitamente, a luz começou a deslocar-se em linha reta, a uma velocidade moderada, sem deixar rasto, até ter ficado estacionária a cerca de três metros da costa. Estupefato com o que estavam a observar, Pedro decidiu apontar na direção da luz o foco da lanterna que trazia consigo. Ao fazê-lo, puderam constatar que por detrás da luz e a alguns metros dela, na direção do mar, encontrava-se um grande turbilhão na água, também circular mas consideravelmente maior que a luz e que deu às testemunhas a sensação de que algo estava prestes a emergir das águas. Assustado e temendo pela segurança do filho, Carlos decide que se deveriam ir embora, porém, precisamente no momento em que estão a fazê-lo, dão-se por si encostados à muralha da praia, a cerca de 3 metros do local onde se encontravam, paralisados por uma sensação que descrevem como sendo parecido a um formigueiro no corpo, “algo eletrizante”, semelhante a “eletricidade estática”, explica Pedro Coelho. 

Não se lembram de terem sido projetados, nem creem que tal tenha acontecido, simplesmente num momento estavam à beira do mar prontos a irem-se embora, e no outro, ao abrirem os olhos, encontravam-se encostados à muralha, de frente para o mar, boquiabertos e paralisados temporariamente, numa ocorrência que porém não se traduziu no famoso “missing time”, frequentemente associado às abduções. Após breves momentos, a sensação de formigueiro desapareceu, as testemunhas recuperaram a mobilidade total. Atemorizados e desejosos de alguma distância da luz, abandonaram a praia através das rochas e subiram para um miradouro da fortaleza que existe por cima da praia. Aí puderam observar que o turbilhão tinha desaparecido e que a luz se deslocava novamente em linha reta, afastando-se na direção do oceano. Neste momento, Carlos Coelho decide acender um “verylight” pequeno, dos que se costumam colocar na ponta da cana para durante a noite ver o peixe morder. 

Apontou-o na direção da luz e realizou diversos movimentos com ele, como que respondendo, o objeto voltou a regressar na sua direção, posicionando-se e imobilizando-se à sua frente, começando a acender e a apagar, não numa sessão regular, mas sim irregular, sem padrão aparente, numa sequência que as testemunhas descreveram como “apresentando semelhanças com o nosso código morse”. Neste momento, Carlos decide esconder a luz do “verylight”, fechando-o na palma da sua mão. Imediatamente a luz começou a distanciar-se, para logo regressar quando Carlos abriu a mão. Esta interação com a luz durou sensivelmente 30 minutos e Carlos desenhou com a luz do verylight que deixa rasto, figuras geométricas, como quadrados, triângulos e também números. 

Foi todavia quando Carlos realizou um movimento errático com o “verylight”, que a luz começou a mudar de cor, passando do verde para o amarelo, para o laranja e depois para um vermelho muito intenso. Nesse momento ouvem um estrondo como de trovoada seca, Pedro que se tinha virado para trás, vê na direção da Serra da Arrábida, um clarão ou relâmpago branco que o cegou temporariamente, tendo nessa altura o céu adquirido uma tonalidade “vermelho eléctrico”, que depois se dissipou. 

Após este fenómeno a luz retomou a sua tonalidade original e respondeu mais uma vez ao verylight de Carlos. Assustados e com a sensação que a luz não teria gostado desta interação, decidiram ir-se embora, não tendo observado o desaparecimento da luz, que seguia rumo ao mar alto. História mítica aqui na minha cidade. Que vos parece? Só para que conste, esta matéria já foi alvo de estudo e de um documentário de uma televisão internacional, visto que supostamente existem mais relatos sobre este fenómeno.
† Lobo †
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